O que começou como um pequeno grupo reunido em casas de família tornou-se uma das mais queridas casas espíritas de Bauru.
Por volta de 1946, um grupo de simpatizantes do Espiritismo passou a se reunir nas casas de famílias amigas para, através das práticas espíritas, levar auxílio àqueles que necessitassem. O grupo era liderado pelo Sr. Ricardo Petersen, seguido por sua esposa, Maria Ângela Toniato Petersen, e outros companheiros.
As reuniões consistiam em leituras de textos evangélicos, comentários, preces, irradiações e atendimento aos que buscavam consolo. Com o tempo, o grupo cresceu — e as residências já não comportavam tantos presentes.
Diante disso, os espíritos orientadores autorizaram a fundação de um Centro Espírita, sob a inspiração do espírito de Antônio de Pádua. A assembleia de fundação reuniu os primeiros companheiros, e a casa nascia oficialmente em 13 de junho de 1948.

Um grupo de simpatizantes do Espiritismo começa a se reunir em casas de família, levando consolo e amparo a quem precisava.
Em 13 de junho, nasce oficialmente o Centro Espírita Antônio de Pádua, com sua primeira diretoria e sede própria de trabalho.
Após anos de aluguel e parceria com a Sociedade Beneficente Cristã, o Centro adquire o prédio e o transforma em sua sede definitiva.
Inaugurado em 15 de fevereiro, o prédio ganha dois andares — salão para 130 pessoas, salas de estudo e hall de entrada.
A casa recebe lotes no Parque Santa Edwiges e planeja uma extensão assistencial nas comunidades mais necessitadas.
Em 20 de abril, o projeto social do CEAP começa a amparar as famílias do bairro — hoje, 180 famílias atendidas.
Aqueles cujo trabalho e fé deram origem a tudo o que somos hoje.





“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.”
Allan Kardec